Tromsø · cartão de campo
Canon EOS T7i (800D) + EF-S 18-135mm — parâmetros de partida pra ajustar com luva, no escuro, sem recomeçar do zero.
Modo
M
manual
Foco
MF
estrela + zoom
Abertura
f/3.5
18mm, já é o mínimo
ISO
3200–4000
menos, se a aurora ajudar
Obturador
2,5–6 s
mais curto se ela dançar
WB
3500–4000K
nunca automático
1–3 s
pode subir um pouco o ISO pra compensar o obturador mais curto
8–15 s
pode baixar um pouco o ISO, já que sobra tempo de exposição
A 18mm, rastro de estrela só vira problema depois de uns 10–15s — quem trava o tempo de exposição aqui é o movimento da própria aurora, não as estrelas.
Frio: Tromsø no início de novembro costuma ficar entre 0°C e −5°C à noite. Bateria de íon-lítio rende bem menos no frio — leve ao menos uma reserva e guarde ela no bolso interno, perto do corpo.
Condensação: voltando pro calor (carro, hotel) depois do frio, feche a câmera num saco plástico antes de entrar — deixa ela chegar na temperatura ambiente devagar, sem embaçar por dentro.
Luz: num passeio guiado (tipo o chase da Snow-travels), lanterna ou frontal com luz vermelha preserva sua visão noturna e não estraga o quadro de quem está do lado.
Composição: um elemento no primeiro plano (montanha, casa, silhueta de alguém) dá escala — só céu tende a ficar sem referência.
Avançado, opcional: o T7i tem mirror lockup (Menu → Funções Personalizadas/C.Fn → trava de espelho) — reduz ainda mais a vibração do espelho, mas pede dois toques no disparador. O remoto/timer já resolve a maior parte disso; só vale a pena se quiser espremer o máximo de nitidez.